quarta-feira, 29 de maio de 2013
Onde foi parar a Paixão Missionária?
Meu chamado missionário deu-se na adolescência. Em nossa igreja sempre havia missionários que por lá passavam e contavam-nos suas experiências adquiridas nas mais diversas partes do mundo. Foi ali, no convívio da igreja, que ouvi falar do mundo islâmico, budista, hindu e comunista. No seio da igreja sonhei com os campos missionários e com a possibilidade de glorificar a Deus com minha vida. Nesta ocasião era praticamente impossível ler Mateus 28:19-20 sem as lágrimas virem aos olhos.
O tempo passou, o adolescente cresceu e o sonho tornou-se realidade. Tive o imenso privilégio de servir ao Senhor no mundo hindu por vários anos e nos últimos sete anos num contexto pós-cristão da Europa. Minha paixão pela missão continua a mesma, apenas mais amadurecida, já com alguns fios de cabelos brancos, e ainda hoje é impossível ouvir alguém falar de missões entre outros povos sem que as lágrimas me venham aos olhos.
Nestes quase quinze anos fora do Brasil e envolvido com a obra missionária, foram raras as oportunidades de voltar à “pátria amada”. No entanto, a cada retorno foi possível notar um esfriamento cada vez maior da paixão missionária. Lembro-me da ocasião em que as pessoas nos procuravam desejosas de saber sobre os povos do mundo e das necessidades missionárias. Já na minha última viagem ao Brasil a pergunta mais comum era: “Europa, interessante, lá é bom mesmo para se ganhar dinheiro?” Aliás, acredito que as necessidades missionárias da Europa sejam as mais desconhecidas da igreja brasileira. Quantos brasileiros sabem das milhares de cidades da Europa sem uma única igreja cristã? Só no pequeno Portugal são quase cinqüenta cidades sem igrejas.
O sentimento que tenho é que a igreja brasileira assumiu a sua responsabilidade, mas perdeu a paixão. Da última vez que lá estive raras eram as pessoas interessadas em falar sobre missões. Faz-se missões, mas não mais refletimos sobre o assunto. O resultado é um distanciamento daquilo que hoje acontece no mundo missionário, suas novas tendências, os novos alvos e, acima de tudo, nada se fala dos mais de doze mil povos não alcançados e muitos ficam espantados ao ouvir que ainda hoje missionários e cristãos são mortos ou lançados em prisões por causa do Evangelho, para estes, estas coisas de perseguição não passam de alguns relatos do Novo Testamento.
Hoje o missionário é um problema que a igreja brasileira tenta administrar dentro das suas prioridades locais. O assunto administra-se da maneira mais conveniente possível, conveniente para a igreja local, não para o missionário. Nós, brasileiros, gostamos da glória da missão, não do custo da missão. Gostamos de dizer que o “Brasil é o Celeiro do Mundo”, mas nos esquecemos de dizer que os missionários brasileiros estão entre os que menos recursos recebem de suas igrejas, e que raríssimos são os casos dos que possuem algum plano de aposentadoria.
Lembro-me da ocasião em que nos reunimos na Noruega. Éramos um grupo de cinqüenta brasileiros envolvidos com missões, sentíamo-nos o grupo mais especial do mundo, até que ouvimos o reitor da faculdade missionária da Noruega que, com detalhes e aquela humildade típica dos noruegueses, falou-nos como fazer missões de verdade, e contou-nos sobre a missão desenvolvida por missionários noruegueses em Madagascar ao longo dos anos, onde estão sepultados ao menos mil e quinhentos missionários noruegueses, mortos pelos mais variados motivos. A igreja brasileira ainda está muito longe da realidade do custo da missão.
Outra coisa importante a aprender com os nórdicos sobre como fazer missões está no tratamento que recebe o missionário norueguês. Em sua maioria possuem os mesmos direitos sociais e financeiros dos pastores locais. Isto significa que, após uma determinada idade, os missionários poderão contar com uma pensão vitalícia que garantirá o sustento na velhice e a garantia de provisão para a família. No caso brasileiro, a menos que o missionário faça contribuições por conta própria para a previdência social ou privada, chegará à velhice em uma situação constrangedora. Mas como a igreja brasileira ainda é muito nova no seu envolvimento missionário, pouco se pensa sobre este assunto. Não posso deixar de elogiar algumas juntas missionária e igrejas que agem diferente nesta questão e investem no futuro de seus obreiros.
Como podemos ver, a questão da missão é muito mais séria que enviar cinqüenta reais ou mil reais por mês para um missionário no campo. É uma questão de consciência missionária, de real envolvimento com todos os aspectos da vida do missionário, afinal, “digno é o trabalhador do seu salário” (Lc 10:7).
É tempo de repensar nosso envolvimento missionário, restaurar a paixão perdida, buscar aprender com outros povos como fazer missões de forma efetiva e duradora. O orgulho missionário brasileiro de nada serve, só nos atrapalha. Não somos o celeiro do mundo missionário, países menores e mais pobres que o Brasil, como a Argentina, por exemplo, enviam e sustentam mais missionários que nós. A Coréia do Sul possui mais de doze mil missionários em mais de cento e cinqüenta países do mundo, e o número tende a crescer. O cuidado da igreja coreana com seus missionários é muito superior ao cuidado recebido pelos missionários brasileiros. É preciso humildade, paixão, seriedade, e desejo de fazer missões de forma correta.
Sei que meu clamor pouco impressionará alguns, irritará a outros, mas é apenas um clamor escrito no sofá de casa, com minhas filhas aos pés, cada uma nascida em um país diferente, são também filhas da missão, mas espero que possa despertar a paixão e o pensamento de outros. Quanto a mim, continuarei na missão, venha o que vier, continuarei a sonhar e trabalhar pela conversão do mundo, continuarei a chorar quando ouvir Mateus 28:19-20 e ao ler histórias missionária como a de Adoniram Judson que li mais uma vez hoje pela manhã.
Até que todos tenham ouvido.
Fonte: O Cuidado Integral de Missionários
sábado, 16 de março de 2013
Se você perdoar será perdoado
“E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores.” - Mateus 6:12
O perdão talvez seja um dos assuntos que menos agrade a alguns cristãos. O fato é que sendo uma via de mão dupla, ora perdoamos, ora temos que ser perdoados, é inquestionável a importância que Deus dá a esse assunto. Temos que admitir que tanto pedir como liberar perdão não são tarefas muito fáceis.
Já sabemos algumas coisas; que ele deve ser resultado de uma decisão e não fruto de um sentimento e que a falta dele pode desencadear no ser humano doenças psicossomáticas altamente destrutivas. No entanto, às vezes nos falta revelação acerca desse assunto, uma convicção vinda da parte de Deus que fará mudar a nossa postura diante de fatos que envolvem o perdão.
Entendo que há dois tipos de perdão, um incondicional e outro condicional. O primeiro refere-se àquele liberado por Deus em nosso favor no momento em que tomamos a decisão de entregar nossa vida a Ele. Por meio da morte de Jesus na cruz e do seu sangue derramado, recebemos remissão de todos os nossos pecados (cf. I Jo 1:7). Esse perdão é suficiente para nos credenciar à vida eterna e é incondicional, assim como Seu amor, pois não precisamos fazer nada para recebê-lo, é fruto da Sua graça.
O segundo, por sua vez, é condicional, há um “se”, uma condição para recebê-lo. O ser humano, mesmo o nascido de novo, habita em um corpo ainda corruptível. Todos nós estamos sujeitos ao erro e, no nosso dia-a-dia, com freqüência pecamos. Por essa razão, necessitamos que o perdão nos alcance para que o liberemos a quem nos ofende e o recebamos de quem ofendemos.
Para isso, Jesus, nosso referencial nos dá um ótimo exemplo. Ele liberou o perdão durante todo o seu ministério, mas, uma situação se destaca. No momento em que está crucificado, após ter sido maltratado e humilhado, bem próximo à morte, Ele decide encontrar forças – que já eram mínimas – para liberar perdão. Em determinado momento, Ele diz: “Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem” (cf. Lc 23:34).
Jesus perdoou aqueles homens por entender a ignorância espiritual que os cegava naquele momento. Ele não se deteve ao fato, mas, analisou a situação, e fez o que tinha que fazer. Perdoou, mesmo que não tenham lhe pedido para lhes perdoar.
É bem provável que alguns dos que estavam ali se lembraram das palavras de Jesus na oportunidade em que ensinava o povo como orar, quando disse: “...perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores” (Mt 6:12).
Fico imaginando a cena. Embora a Bíblia não o diga que foi assim, me permito imaginar alguém dentre aquelas pessoas que ouviram as palavras do Mestre, se levantando para indagar Jesus: “Jesus, como é que é? Explique melhor esse negócio de perdoar para ser perdoado”. Digo isso, pois, depois de aparentemente ter encerrado o ensinamento acerca de como se deve orar, Jesus volta a falar exatamente sobre esse assunto, ou seja, a necessidade de perdoar para ser perdoado.
Ele diz nos versos 14 e 15: “porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas”. Não sei se o Senhor estava respondendo a um questionamento. O motivo que o Jesus a voltar a falar sobre o perdão não faz diferença, mas, uma verdade resta evidente, esse assunto é muito importante para Ele.
Por uma simples interpretação do texto, entendemos que a atitude de não perdoar quem nos fere, nos impede de recebermos o perdão de Deus pelos nossos erros e, sem o perdão de Deus, nossa vida espiritual estará comprometida. Jesus diz “assim como”, em seguida, “se, porém”. Essas expressões traduzem condição; da mesma maneira ou intensidade que perdoarmos, seremos perdoados por Ele. Se perdoarmos, seremos perdoados; se não perdoarmos, não teremos direito ao perdão de Deus pelos erros que cometemos.
A vida vai nos provar muitas vezes nesse quesito. Somos seres sociais. Vivemos cercados de gente por todos os lados. E gente imperfeita, que erra! É impossível que passemos pela jornada sem ser feridos por alguém. E aí, teremos que decidir entre guardar a mágoa e abrir mão dela.
É certo que nenhum de nós está interessado em ficar sem o perdão de Deus quando erramos. Por isso, sob a revelação dessa palavra, precisamos decidir perdoar hoje e, não apenas, hoje, mas procurar nos tornar pessoas pré-dispostas a perdoar, indivíduos que, assim como Jesus, se preocupam em entender as situações, não nos apegando aos fatos simplesmente, e decidindo liberar o perdão, mesmo que a razão tente nos dizer que estamos certos. Isso manterá a nossa paz com Deus.
Fonte: Sergio Callegari
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Será Deus o culpado pelo nosso sofrimento?
Se você achar que todos os dias da vida serão sempre dias de alegria, de felicidade, sem dor, choro ou tristeza, você estará enganado. Alguns crentes extremistas e equivocados poderão dizer "tá amarrado"; mas na prática todos nós sabemos que ninguém está isento de passar por dias de sofrimento.
A vida nos ensinou desde cedo a correr atrás de tudo o que queremos, mas será que a vida nos ensinou a lidar com a perda, com o luto, com a dor e o sofrimento?
O sofrimento mostrou sua cara de forma dolorosa no segundo mais trágico incêndio ocorrido no Brasil. Nos albores do dia 28 de janeiro de 2013, uma tragédia aconteceu em Santa Maria, cidade universitária do próspero estado do Rio Grande do Sul. A boate Kiss pegou fogo e mais de duzentos e trinta jovens e adolescentes pereceram, asfixiados pela fumaça tóxica. Sonhos foram interrompidos. Carreiras brilhantes terminaram abruptamente. Casamentos marcados não puderam se concretizar. Pais que esperavam seus filhos voltar ao lar, acordaram sobressaltados pela amarga notícia, de que seus filhos haviam morrido naquela fatídica noite. O sofrimento foi tão grande que a nação inteira chorou diante dessa tragédia. Ninguém, por mais forte, consegue lidar com esse sofrimento, estribado em suas próprias forças. Somente a graça de Deus pode nos assistir nessas horas. Somente a graça de Deus pode nos dar ânimo para prosseguir.
A dor das perdas, do luto e das lembranças amargas dói mais do que a dor que fustiga nosso corpo. Eis a questão: Será Deus culpado por todo o nosso sofrimento?
É comum diante de grandes tragédias e desastres pessoas dizerem: "porque Deus permitiu?", "onde estava Deus nessa hora?"; você mesmo já deve ter falado ou ouvido isso. Os ateus aproveitam para querer desmoralizar a Deus, contestar a Bíblia e pior, muitos cristãos não sabem sequer responder questões como essas.
A Bíblia nos mostra, de forma clara e contundente, que Deus não é e nunca será a origem do mal. Dizer que Deus permite tragédias e sofrimento para produzir castigo ao ímpio também é um equívoco. Todo castigo já foi realizado em Jesus Cristo, para que a humanidade fosse livrada exatamente de toda dor e condenação.
Isaías 53:5,6 "Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos".
A Bíblia nos mostra que Adão usou de forma errada o seu arbítrio, escolhendo por desobedecer a Deus. A desobediência da criação desde o genêsis lançou o universo em um ambiente de sofrimento. Nós aprofundamos o sofrimento por frequentemente errarmos em nossas escolhas. O homem tem sido desde a criação, insistente em desobedecer e se rebelar contra Deus.
Romanos 3:12 diz: "não há justo sequer, não há quem faça o bem".
Todo o cosmos sofreu com a desobediência do homem. As coisas só não piores hoje porque a graça de Deus foi a nós entregue para que o mal não nos dominasse por completo. Ficamos por um fio diante de Deus nos tempos de Noé. Um único homem nos bancou para estarmos vivo hoje. Não fosse ele ser justo e íntegro diante de Deus, a humanidade toda estaria destruída.
A graça e a bondade de Deus tem sido emprestada ao homem até agora, dando inclusive a oportunidade do homem ímpio, a possibilidade de "amar" seus filhos por exemplo. Sua natureza é terrível e se não fosse a misericórdia de Deus, todos já estariam consumidos e nem um ser vivente sobraria pra contar história. Quando o homem nasce de novo, a graça que era antes emprestada, agora se torna nosso próprio patrimônio.
Toda vez que você marca uma agenda e um compromisso futuro, você está fazendo um "ato de esperança", pois você não sabe se vai existir até lá. Deus é quem te banca! Por causa dEle você subsiste.
Deus é bom! Ele é benigno! Ele é amor (1Jo 4:8). Jesus Cristo seu Filho, vivendo num ambiente de paz e alegria, entrou em nosso mundo de sofrimento, para que eu e você, através dEle, pudéssemos agora entrar no seu ambiente.
Além do mais, nos ensinou como amenizar o sofrimento...
"Ame a Deus sobre todas as coisas" e você poupará o seu sofrimento...
"Ame o seu próximo como a ti mesmo" e você poupará o sofrimento do outro...
Podemos, dizer como Paulo: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação”. Oh, bendita graça! Graça sublime! Graça que nos salva, nos fortalece e nos capacita e lidar vitoriosamente com o sofrimento.
Se volte pra Deus, pois Ele é longânimo e não quer que ninguém pereça mas que todos cheguem ao pleno conhecimento da Verdade (1Tm 2:4)
Apocalipse 21:4 "E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas."
E que o Senhor conforte e console o coração daqueles que estão sofrendo agora.
Shalom,
Ap. Rogério Ferreira
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Igreja Primitiva x Igreja Atual
A Igreja Primitiva fazia muito com pouco;
A Igreja Atual com muito faz pouco.
A Igreja Primitiva tinha comunhão;
A Igreja Atual apenas associação.
A Igreja Primitiva tinha uma fé capaz de abalar o mundo;
A Igreja Atual tem uma fé abalada por qualquer coisinha.
A Igreja Primitiva tinha uma mensagem Cristocêntrica.
A Igreja Atual tem uma mensagem Antropocêntrica (mensagens que massageiam o ego, desejos e prioridades do homem).
A Igreja Primitiva não se importava com a concorrência;
A Igreja Atual faz concorrência com ela mesma.
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A Igreja Primitiva tinha doutrina;
A Igreja Atual, apenas tradições.
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A Igreja Primitiva tinha membros à imagem de Deus;
A Igreja Atual tem membros que são caricaturas de uma denominação.
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A Igreja Primitiva era perseguida pelo mundo;
A Igreja Atual persegue a si mesma.
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A Igreja Primitiva se ocupava com o essencial (a vida em Cristo, o caráter cristão, o proceder com o semelhante etc);
A Igreja Atual, com o trivial (tamanho do vestido, se usa brinco ou não, se o pregador usa terno e gravata)
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A Igreja Primitiva se interessava pelas pessoas perdidas fora de suas igrejas;
A Igreja Atual se orgulha com o número de seus membros dentro da igreja.
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A Igreja Primitiva tinha culto;
A Igreja Atual tem entretenimento.
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A Igreja Primitiva incomodava o mundo;
A Igreja Atual se acomoda ao mundo.
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A Igreja Primitiva mudou o mundo de sua época;
A Igreja Atual tem sido mudada pelo mundo atualmente.
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A Igreja Primitiva tinha a maioria de suas atividades fora dos portões da igreja;
A Igreja Atual tem a maioria de suas atividades dentro dos portões da igreja.
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A Igreja Primitiva era temida pelos demônios;
A Igreja Atual teme aos homens.
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A Igreja Primitiva estava disposta a morrer pelo Evangelho;
A Igreja Atual não consegue nem viver o Evangelho.
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A Igreja Primitiva era uma tradução da Bíblia;
A Igreja Atual tem apenas traduções da Bíblia.
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A Igreja Primitiva transformou a palavra escrita em palavra encarnada!
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Certa feita três teólogos discutiam entre si sobre qual era a melhor tradução da Bíblia, até que um deles disse: “A melhor tradução da Bíblia é minha mãe”; todos se silenciaram, então continuou ele: “Ela traduziu a Bíblia em atitude, em vida, e qualquer analfabeto podia ler e entender”.
Pode parecer exagero, mas é importante refletir!
domingo, 6 de janeiro de 2013
domingo, 30 de dezembro de 2012
O Valor de uma Aliança
Aliança é algo mais do que simples amizade, aliança é compromisso, selo, pacto. A aliança nos leva a enxergar a real beleza que há em cada pessoa.
Deus sempre fez alianças com seu povo. As alianças de Deus para com o homem sempre foi uma aliança de amor e de compaixão. A última aliança, também conhecida como Nova Aliança, foi feita com a humanidade através do sangue do seu filho Jesus e representa o amor de Deus pela salvação dos homens (Mateus 26:28).
Neste lindo texto de I Samuel 18, que é a referência do estudo de hoje, nos deparamos diante de uma aliança de amizade verdadeira que marca a vida de duas pessoas, Jônatas e Davi. Esta aliança também representa algo espiritual para nós nos dias de hoje, como vamos estudar agora:
Eles fizeram pelo menos três alianças:
a) Uma pela amizade de um para com o outro;
b) Outra pelas famílias um do outro e
c) Pelo reconhecimento, onde Jônatas renuncia sua sucessão a um trono e reconhece a Davi como o escolhido de Deus.
Para que a aliança de Jônatas e Davi pudesse ser verdadeira, Jônatas teve que se despojar de seus pertences:
1) Entregando a CAPA (I Samuel 18:4)
a) Uma pela amizade de um para com o outro;
b) Outra pelas famílias um do outro e
c) Pelo reconhecimento, onde Jônatas renuncia sua sucessão a um trono e reconhece a Davi como o escolhido de Deus.
Para que a aliança de Jônatas e Davi pudesse ser verdadeira, Jônatas teve que se despojar de seus pertences:
1) Entregando a CAPA (I Samuel 18:4)
· A capa apontava para a autoridade: Sabia-se se alguém era rico ou pobre, nobre ou plebeu pela sua capa. Quando Estevão foi apedrejado os homens colocaram suas capas aos pés de Saulo, como que dizendo: “fazemos isso debaixo da sua autoridade”.
· Tirar a capa significa submeter-se! Jônatas era o filho de Saul, um príncipe, um sucessor ao seu trono. Contudo, nessa aliança ele tirou a sua capa e se submeteu a Davi. Eles haviam feito a primeira aliança pela amizade. Aliança que é feita entre nós, precisa ser de amor e amizade, não por interesse. Depois de ter feito aliança com Deus, Abraão foi chamado de amigo de Deus (Isaias 41:8).
· Entregando a capa significa cobrir. Precisamos cobrir o nosso irmão com a capa do amor, não cobrir o pecado, mas o irmão as nossas autoridades. A Bíblia fala de um filho (Cam) que revelou a nudez de seu pai (Noé), enquanto que os outros irmãos (Sem e Jefeté) procuraram cobri-lo e levá-lo para dentro da tenda (Gênesis 9:20-25), neste caso um princípio importante é confirmado: A quebra de uma aliança resulta em maldição. Com isto Jônatas também dizia: amigo é aquele que cobre e que guarda. Se tenho uma aliança com você não posso descobri-lo, não posso lhe expor. Muito pelo contrário. Isso em relação a Deus, a igreja, nossos pastores, líderes e ministério.
2) Tirando sua ARMADURA:
· Armadura é algo para se usar diante de um inimigo: Sabendo que armadura é para ser usado pelos inimigos, como poderia Jônatas usar a sua armadura perante Davi que era seu amigo e irmão? As vezes erramos de alvo, achamos que nosso irmão é nosso inimigo, mas a Bíblia nos afirma que nosso inimigo é outro (Ef 6:12);
· Tirar a capa significa submeter-se! Jônatas era o filho de Saul, um príncipe, um sucessor ao seu trono. Contudo, nessa aliança ele tirou a sua capa e se submeteu a Davi. Eles haviam feito a primeira aliança pela amizade. Aliança que é feita entre nós, precisa ser de amor e amizade, não por interesse. Depois de ter feito aliança com Deus, Abraão foi chamado de amigo de Deus (Isaias 41:8).
· Entregando a capa significa cobrir. Precisamos cobrir o nosso irmão com a capa do amor, não cobrir o pecado, mas o irmão as nossas autoridades. A Bíblia fala de um filho (Cam) que revelou a nudez de seu pai (Noé), enquanto que os outros irmãos (Sem e Jefeté) procuraram cobri-lo e levá-lo para dentro da tenda (Gênesis 9:20-25), neste caso um princípio importante é confirmado: A quebra de uma aliança resulta em maldição. Com isto Jônatas também dizia: amigo é aquele que cobre e que guarda. Se tenho uma aliança com você não posso descobri-lo, não posso lhe expor. Muito pelo contrário. Isso em relação a Deus, a igreja, nossos pastores, líderes e ministério.
2) Tirando sua ARMADURA:
· Armadura é algo para se usar diante de um inimigo: Sabendo que armadura é para ser usado pelos inimigos, como poderia Jônatas usar a sua armadura perante Davi que era seu amigo e irmão? As vezes erramos de alvo, achamos que nosso irmão é nosso inimigo, mas a Bíblia nos afirma que nosso inimigo é outro (Ef 6:12);
· A retirada da armadura significa transparência em nossos relacionamentos: A armadura do general Naamã cobria as suas “perebas”. Naamã achava que não deveria tirá-la diante de Elizeu por não ser íntimo dele. Ocorre que disso dependia a sua cura. Precisamos de transparência em nossas relações e só assim entenderemos o que significa a palavra amigo. Você será curado quando despojar de suas armaduras.
3) Tirando sua ESPADA:
· A espada é uma arma de ataque. Numa batalha existe um acidente terrível chamado “fogo amigo”. É quando aliados se matam. Algumas vezes percebemos que existem pessoas que perderam o foco de nossa verdadeira batalha, e de quem é o nosso verdadeiro inimigo. Este é o motivo pelo qual muita gente reluta em entrar em uma aliança. Significa abandonar um relacionamento superficial.
· Num relacionamento de aliança, a única espada que nos corta é a espada da verdade: ( Hb.4:12) “Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”.
4) Entregando o ARCO:
· O arco projeta flechas de vitória em nosso futuro. Quando Eliseu estava morrendo, chamou o rei de Israel e mandou-lhe entesar o arco e disparar. Ele o fez por três vezes e parou, e Eliseu lhe disse que todas as vitórias de seu futuro haviam sido paralisadas, quando deixou de entesar o arco e disparar (2 Reis 13:14-20)
· Entregar o arco é compartilhar os sonhos, as decisões, os planos para o meu futuro. Jônatas estava colocando o seu futuro nas mãos de Davi. Depois que ele morreu, Davi procurou amparar sua família, e resgatou a Mefibosete todos os bens que Saul um dia teve, porque um dia, numa aliança Jônatas abriu mão de seu arco. No seu relacionamento com seu irmão você tem tido esta disposição?
5) Entregando o CINTO:
· O cinto aponta para a sustentação, suporte. Deus manda Jeremias colocar um cinto novo na fenda da rocha, a fim de denunciar a moral degradante de seus dias (Jr.13:4). O sacerdote trazia um cinto com romãs desenhadas em forma de sino, denunciando a santidade do sacerdócio. O cinto significa firmeza, sustentação e suporte. Jônatas estava dizendo que estava fazendo uma aliança com Davi e ao mesmo tempo esperando que o amigo o lhe desse suporte e também a toda sua família.
VIDA PRÁTICA:
Quantas pessoas estão sofrendo e até mesmo padecendo com doenças no corpo físico porque não entenderam ainda o que é uma aliança com seu irmão. A falta de transparência impede que sua aliança seja verdadeira.
Compreenda o Valor de uma Aliança e pratique sua Aliança:
a) Com Deus: Nesta aliança você estará expressando que será fiel a Ele e a sua obra em: Oração, estudo da palavra, no sustento e numa vida de adoração;
b) Com seu líder: Se você pretende ser uma pessoa abençoada em toda sua vida aprenda a amar seus líderes espirituais. Nunca fale mal deles, seja transparente e verdadeiro. Os causadores de intrigas e os maledicentes não terão lugar no Reino de Deus. Gaste mais tempo em oração e em jejum pelo seu pastor e discipulador, eles são autoridades espirituais sobre sua vida.
c) Com seu irmão: Nesta aliança você estará firmando que amará seu irmão como a si mesmo, vivendo uma vida de comunhão, suportando-o na suas fraquezas e entendendo que ele é superior a você mesmo. Não permitindo que fofocas e intrigas afetem a vida do seu irmão.
Deus abençoe a todos através de uma aliança em amor!
Shalom.
Deus abençoe a todos através de uma aliança em amor!
Shalom.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Um mau chamado Legalismo
Legalismo é todo o sistema, regras, expectativas ou regulamentos que condiciona a salvação ao esforço humano de agradar a Deus, como uma recompensa por desempenho. O Legalismo é o meio humano de tentar através da obediência de regras de homens, ser aceito e amado por Deus, anulando a Graça misericordiosa. Jesus conta uma parábola onde ele reprova o legalismo...
Lucas 18:11- 14 “O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho. O publicano, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado".
A salvação é pela graça!
"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie". Efésios 2:8-9
Geralmente alguns obreiros são muito preocupados com a ‘doutrina’, mas entendem doutrina, por usos e costumes. Existe uma diferença enorme entre "doutrina" e "usos e costumes". Há pessoas que praticam "usos e costumes" e acham que estão praticando a doutrina. Absolutamente estão errados!
A doutrina gera bons constumes, mas os "usos e costumes" não são doutrina. Geralmente toda a preocupação religiosa é Moral. E o que é a Moral? Muita gente associa moral com sisudez, seriedade, mas Moral é a ética da maioria! É o que uma maioria dominante institui como regra.
Acontece que a moral não é eterna, ela muda. Os padrões da sociedade mudam com o tempo.
Exemplo: Há tempos atrás um rapaz não poderia falar com uma moça de família sem a presença dos pais, era imoral. Hoje ele sai com a namorada para um cinema, sozinhos, e isso já não é mais imoral (reprovado pela maioria).
Exemplos temos de sobra, ou quem não lembra de pessoas afastadas da igreja ou disciplinadas, por usar umbreiras, paletó lascado atrás, cabelo pra trás (vixe!), uso de rádio (é já foi pecado), sandália havaina (vaidade!- Hoje só usa quem não pode comprar um Rider original), televisão então, misericórdia (era caixinha do capeta ou imagem da besta), etc... a lista está longe de acabar, mas coisas que com o passar do tempo, perdem seu valor, já foram tema de infindáveis "cultos de doutrina", de gente que defendia o não uso dessas coisas como quem defende o próprio Deus, e hoje tudo isso é permitido ou no mínimo, tolerado, sem problemas. O que dizer de certos rítmos que são executados nas igrejas hoje e que eram impensáveis e proibidos à anos atrás!
O legalismo mata. Somente a graça de Cristo é capaz de libertar o homem!
Precisamos de discernimento espiritual nesses dias, e de um conhecimento bíblico sem "preconceitos denominacional" pois muita coisa que a Bíblia permite, a igreja proíbe e muitas coisas que a Bíblia proíbe, a igreja permite!
Me lembro bem, ao ir numa vigília em uma certa igreja conhecida no Brasil, ao terminar um cântico de louvor, eu bati palma para expressar minha alegria em Deus, e logo percebi que estava fazendo isso sozinho, e ao abrir os olhos, vi alguns irmãos me olhando com cara feia. Não sabia, mas ali não era permitido bater palmas, e estava sendo julgado por algo considerado errado por eles (imoral então). Mas era pecado? não, de forma alguma!
"Batei palmas, todos os povos; celebrai a Deus com vozes de júbilo". Salmos 47:1
Me lembro bem, ao ir numa vigília em uma certa igreja conhecida no Brasil, ao terminar um cântico de louvor, eu bati palma para expressar minha alegria em Deus, e logo percebi que estava fazendo isso sozinho, e ao abrir os olhos, vi alguns irmãos me olhando com cara feia. Não sabia, mas ali não era permitido bater palmas, e estava sendo julgado por algo considerado errado por eles (imoral então). Mas era pecado? não, de forma alguma!
"Batei palmas, todos os povos; celebrai a Deus com vozes de júbilo". Salmos 47:1
Quer ouvir outro absurdo? Outro dia, eu estava num noivado, e conversando com um rapaz que era de uma outra igreja, perguntei se ele estava na fé e firme com Deus? Ele me respondeu: - pastor, eu pequei esses dias e por isso não to podendo participar da santa ceia. Perguntei o que ele fez e ele me respondeu: - joguei futebol. Pasme! Quer dizer que jogar futebol é pecado? Acredite se quiser. Mas conheço lugares que proíbe mulheres usarem calça comprida, a usarem brincos, jóias, colares no pescoço, homens usar shorts, crentes irem na piscina e tudo isso em nome de uma "pseudo-santidade".
"Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo, tais como: Não toques, não proves, não manuseies? As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens; As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne". Colossenses 2:20-23
O que é pecado é pecado, hoje e sempre. É atemporal, em qualquer época.Pecado é a transgressão da lei de Deus (1Jo 3:4).
E só o sangue de Cristo é capaz de tirar o pecado do homem (Jo 1:39). #Graça!
"Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus". Gálatas 5:19-21
"Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo, tais como: Não toques, não proves, não manuseies? As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens; As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne". Colossenses 2:20-23
O que é pecado é pecado, hoje e sempre. É atemporal, em qualquer época.Pecado é a transgressão da lei de Deus (1Jo 3:4).
E só o sangue de Cristo é capaz de tirar o pecado do homem (Jo 1:39). #Graça!
"Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus". Gálatas 5:19-21
Portanto, ser legalista é esquecer-se do que realmente importa, e se apegar a coisas infantis e imaturas, e com isso achar que está cumprindo a ‘vontade de Deus’. O legalismo é um dos maiores inimigos do autêntico Cristianismo.Quem dele se nutre adoece e morre. O legalismo é uma ameaça à igreja, pois dá mais valor à forma do que a essência, mais importância à tradição do que a verdade, valoriza mais os ritos religiosos do que o amor. O legalismo veste-se com uma capa de ortodoxia, mas em última análise, não é a verdade de Deus que defende, mas seu tradicionalismo conveniente. Eu disse tradicionalismo e não tradição (assunto pra outro dia rsrs)...
Preciso só contar mais uma! Alguns dias atrás estava no meu carro, liguei o som como de costume para ouvir louvores, e resolvi colocar na rádio. Bem na hora o "pastor" estava bradando, que o twitter e o facebook era do diabo, em pleno século XXI, e assim vamos pessoal... só Deus na causa mesmo!
Somos ensinados, no entanto, a ser graciosos uns com os outros: "Acolhei ao que é débil na fé, não, porém, para discutir opiniões" (Romanos 14:1). Que a graça nos torne pacientes com aqueles que ainda precisam de revelação!
Não somos legalistas. Somos o povo da Graça! mas cabe frizar...
Cristo requer obediência dos seus discípulos. Você pode ser obediente sem ser legalista.
Por isso ele diz: “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?” (Lucas 6:46).Preciso só contar mais uma! Alguns dias atrás estava no meu carro, liguei o som como de costume para ouvir louvores, e resolvi colocar na rádio. Bem na hora o "pastor" estava bradando, que o twitter e o facebook era do diabo, em pleno século XXI, e assim vamos pessoal... só Deus na causa mesmo!
Somos ensinados, no entanto, a ser graciosos uns com os outros: "Acolhei ao que é débil na fé, não, porém, para discutir opiniões" (Romanos 14:1). Que a graça nos torne pacientes com aqueles que ainda precisam de revelação!
Não somos legalistas. Somos o povo da Graça! mas cabe frizar...
Cristo requer obediência dos seus discípulos. Você pode ser obediente sem ser legalista.
somos obedientes porque somos salvos, e não para sermos salvos.
Paulo rapidamente dispensa a idéia de uma graça permissiva, quando ele diz: “E daí? Havemos de pecar porque não estamos debaixo da lei, e sim da graça? De modo nenhum!” (6:15). Nós não recebemos liberdade para pecar, mas recebemos liberdade para nunca mais ser escravo do pecado. Aleluia, mil vezes aleluia!
Seja livre em Cristo! Não libertino, eu disse livre! (Gálatas 5:1)
Shalom,
Ap. Rogério Ferreira
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